quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Porque não penso em outra coisa

Nietzsche argumentava que a vida é mulher. A mais renitente e bonachona delas (imaginem). Que ria nas caras daqueles que dela se aproximavam com verdades eternas, a custo de sabedoria.

Não tenho dificuldades de imaginar o mesmo.

Que a vida é mulher, não há dúvida.
Homens são muito rasos. Exceto eu, profundíssimo.

O fato é que a volubilidade da vida tem seu melhor exemplar exatamente na Mulher.
Acaso não fossem os hormônios, ainda sobrariam todas as causas místicas.


Precavidos, ouçam o conselho:
não se incomode em não compreender as mulheres; a vida é mesmo misteriosa demais.

Um comentário:

Flor disse...

Exceto você?



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Achei este texto divertido!