trabalho melhor à noite. mudei. logo eu, ser tão solar.
padeço de uma solidão decorrente de uma preguiça. de ver as pessoas. muitas das pessoas.
enquanto as que desejo ver não vejo. a vida.
tenho uma certa facilidade em lidar com isso, digo, a solidão.
já fui mais só, muito mais. acho que por vergonha.
ao passo que ela ajuda em muitas coisas.
a masturbação de outro modo não contribui muito.
mais fazer o quê? sexo só a dois. amor também. assim. acho também que gostaria de coisas selvagens, como todos.
apartamento novo é bom. muito judeu. gosto dos chapéus, apesar de achar preto um mau tom.
surge de repente na proteção de tela do windows xp o recado do frânces: adieu l'ami. e uma foto do zidane dando tchau.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
GOdard
Fico as vezes com a impressão de gostar mais do que Godard diz, aos seus filmes. Apesar do paradoxo dessa frase.
Terminei nesses minutos atrás de ler "Introdução a uma verdadeira história do cinema".
Tenho vontade de finalmente ver o História(s) do Cinema.
As digressões e o esoterismo mostram-se fascinantes.
E há as pílulas dispersas que valem à pena.
Uma que gosto muito:
"o cinema é o que está entre as coisas, não são as coisas, é o que está entre uma e outra pessoa, entre você e eu, e depois, na tela, está entre as coisas."
Terminei nesses minutos atrás de ler "Introdução a uma verdadeira história do cinema".
Tenho vontade de finalmente ver o História(s) do Cinema.
As digressões e o esoterismo mostram-se fascinantes.
E há as pílulas dispersas que valem à pena.
Uma que gosto muito:
"o cinema é o que está entre as coisas, não são as coisas, é o que está entre uma e outra pessoa, entre você e eu, e depois, na tela, está entre as coisas."
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