Frame do filme São Paulo SA - Luis Sérgio Person - 1965
A companhia me concede calma na metrópole do anonimato.
Estar sozinho é estar com todos; com todas as pessoas, indistintamente.
Buscar um papo, percorrendo a mata obscura dos assuntos comuns; ser outro, atuar como outro; envergonhar-me; olhar nos olhos com um sorriso frouxo nos lábios; buscar um livro de desatenta leitura; prender-me aos fones de uma sinfonia particular: a trilha sonora da mais pública solidão.
2 comentários:
e pior se somado ao desconhecimento dos corredores cotidianos.
"uma solidão absurda, entretantos", escrebi há um ou dois anos atrás. Esse seu escrito me reavivou a memória...
Passar bem, Marvin! =)
Uma visita breve, para ler-te!
E gostei do que li, no gosto do café.
=]
[Tamira.]
Postar um comentário