Nietzsche argumentava que a vida é mulher. A mais renitente e bonachona delas (imaginem). Que ria nas caras daqueles que dela se aproximavam com verdades eternas, a custo de sabedoria.
Não tenho dificuldades de imaginar o mesmo.
Que a vida é mulher, não há dúvida.
Homens são muito rasos. Exceto eu, profundíssimo.
O fato é que a volubilidade da vida tem seu melhor exemplar exatamente na Mulher.
Acaso não fossem os hormônios, ainda sobrariam todas as causas místicas.
Precavidos, ouçam o conselho:
não se incomode em não compreender as mulheres; a vida é mesmo misteriosa demais.